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julho 10, 2009

Escolha do Monólogo

Com tantas coisas para fazer, tinha até tinha me esquecido (deletado) a tradicional atividade do 2º trimestre de português: Monólogo. Ai, se não me bastasse apresentar trabalhos na frente de todo mundo, preciso falar sobre alguma coisa inventada por mim na frente da turma.
Só que todo mundo que já fez o monólogo, sabe que escolher alguém para representar é muito difícil, mesmo pessoas que fizeram coisas boas para humanidade, ainda sim, é difícil. Sei lá... fazer uma autobiografia de alguém que eu nunca conheci é complicado e chato. Então, por alguns momentos, pensei em nem fazer monólogo, mas os dois pontos vieram à minha cabeça. Preciso fazer. Fato.
Sobre quem eu faria, então? Pensei em váárias pessoas: cantores, atrizes, escritores e famosos em geral. Ninguém seria o que eu realmente queria fazer no meu terceiro ano. Então veio uma amiga minha dizendo que teve a idéia de fazer sobre a 'saudade' que, segundo ela, é a única palavra do dicionário que não tem definição. Fiquei encantada, até porque, realmente, a saudade não tem palavras. Mas pensei que talvez eu pudesse fazer um sentimento. Qual então?
Para pensar, fiquei dias ouvindo músicas melosas e me lembrei do ínicio do ano, onde eu estava, digamos, fora de mim. Passei um tempão sentindo algo especial por alguém. Então, pensei, logicamente, em fazer sobre o amor. Ok. É lindo, mas eu não saberia descrever o amor verdadeiro, o mais conhecido amor, pois este ainda não passou na minha vida.
Aí que veio uma idéia (ou ideia, sei lá): fazer o monólogo sobre a paixão. Este sentimento já entrou e saiu da minha vida e eu saberia dizer exatamente o que sento quando me apaixono, já que as minhas paixões, quando acontecem, são de verdade, de coração.
Tô esperando chegar o dia do monólogo para simplesmente falar tudo o que eu penso sobre este sentimento confuso, estranho e inexplicável. Se as pessoas vão gostar? Nem quero saber. A única coisa que eu saberia explicar completamente é a sensação de se apaixonar e reapaixonar e se não gostarem, nem importa. O que é importa é que eu vou fazer uma coisa que eu realmente gostaria de fazer. ♥

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