No primeiro dia de viagem, com a cabeça bem fora de Porto Alegre, mas meu coração não me deixa escolher. Sonhei que a gente estava junto, com umas duas amigas minhas, dançando sem rumo, uma diversão só. De repente, uma vontade incrontrolável de chorar. Saí correndo porque sabia que era mais forte que eu; Tentando me esconder, vou a uma sala e você corre atrás de mim, ver o que ocorreu. Eu olho e digo: nada. Enquanto você estava indo embora, eu chamo seu nome e você retorna, dizendo que já falava comigo. Virei para a janela, esperando. Um sol lindo brilhava lá fora. Você aparece, me abraçando e me dá um beijo da bochecha. Eu estava pronta para dizer e você saiu por um instante, apenas dizendo antes que as diferenças só completam... Eu sorri e esperei sua volta para falar tudo o que eu sentia, tudo que está engasgado em mim há tanto tempo, aquilo que vem me torturando. E foi esperando sua volta que eu despertei com a televisão sendo ligada. Queria tanto ter acordar um pouco depois, para lhe falar e saber o que aconteceria quando você soubesse tudo o que eu sinto, mas é sempre assim: algo imprevisível. Talvez nem aconteça, por isso fica restrito aos meus sonhos. E apenas a eles.
julho 25, 2010
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1 comentários:
porque nossos sonhos refletem nossos desejos mais profundos.
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